Câmara realiza Audiência Pública sobre Valorização da Vida

A Câmara de Vereadores de Caicó sediou na noite desta terça-feira (04) uma audiência de valorização a vida, em alusão ao Setembro Amarelo. Presidida pelo vereador Erinaldo Lino, a audiência foi aberta com as palavras da psicologa Muriella Siza que relatou a importância do acolhimento das pessoas que precisam muitas vezes a penas de uma palavra de apoio.

A coordenadora do CVV Maria Marilene falou dos atendimentos que tem diminuindo os índices  de suicídios. “No CVV falamos da importância de valorizarmos a vida e prevenir o suicídio através de apoio emocional, atendendo de maneira voluntária e gratuita, qualquer pessoa que precise conversar sobre como se sente, sob total sigilo”, disse.

O vereador Rangel falou da importância da discussão do tema onde ele pode ser mais um multiplicador da conscientização sobre a prevenção do suicídio, buscando alertar a população a respeito da realidade da prática no Brasil e em todo o mundo. “A melhor forma de se evitar um suicídio é através de diálogos e discussões que abordem o problema”, disse.

O bispo Don Antônio Carlos falou dos avanços que a Campanha do Setembro tem tomado como reversão dos números dos suicídios mas sugeriu que seja feito um estudo pelos universitários a cerca sobre a causa dos suicídios na região do Seridó.

A Diretora do Ceres/UFRN, Sandra Kely falou da importância dos investimentos em Saúde Mental em Caicó e ainda investimentos ligados a Educação, Esporte e outros campos que podem ser indicados através de proposições ou indicações na Casa do Povo.

A Coordenadora de Atenção Integral a Saúde do Município, Jaciclema Márcia fez um panorama do que o município tem hoje, com 2 Caps e 1 Residência terapêutica onde os pacientes frequenta por livre escolha os espaços e recebem o acolhimento com as devidas terapias para cada caso.

Representando a Cáritas Diocesana alertou que a audiência também sirva para que as demandas reprimidas pelo município sejam revertidas, principalmente na contratação de mais um profissional psiquiátrico para a Saúde Mental no município.” A Casa precisa cobrar que essa demanda reprimida seja revertida e o profissional seja contratado para a realização do trabalho, pois enquanto existe a carência desse, mais uma pessoa pode cometer o ato”, frisou

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